Amor, senti uma vontade grande de lhe telefonar no sábado à noite só para dizer que te amo, senti uma emoção bonita. Acabei não lhe telefonando, mas escrevi o texto que segue:
Faz tempo que não te digo: te amo; que não te mando flores; que não penso no encanto do nosso amor; em tornar bonito o nosso amor. Às vezes, a gente se deixa sucumbir ante as exigências do dia a dia; perante a rotina que nos espreita. E não há como escapar da rotina; só o que podemos fazer é torná-la mais agradável; mais leve o nosso viver.
Faz tempo que não te digo: te amo; que não te mando flores; que não penso no encanto do nosso amor; em tornar bonito o nosso amor. Às vezes, a gente se deixa sucumbir ante as exigências do dia a dia; perante a rotina que nos espreita. E não há como escapar da rotina; só o que podemos fazer é torná-la mais agradável; mais leve o nosso viver.
Mas, ontem, amor, me veio um desejo grande de lhe telefonar só para dizer que te amo, o que me deixou comovido, emocionado. Não o fiz, mas o desejo, o pensamento de lhe telefonar me fez tão bem; me fez recordar os primeiros dias do nosso namoro, quando nos conhecemos. (Porque não basta dizer te amo como se deseja distraidamente um "bom dia" a alguém. É preciso sobretudo sentir que te amo. E foi tão bom senti-lo, ter a certeza do nosso amor).
Tem uns versos de Drummond assim: "Eu te amo porque não amo / bastante ou demais a mim". Só Deus mesmo para colocar este sentimento lindo em nossos corações; Deus que não nos fez autossucificientes e nos deu em forma de instinto, com a força do instinto, a necessidade de amar o outro, de amar e ser amados. E o amor nos conduzirá à redenção de nossas almas.
Beijos, amor, teamo! Que Jesus nos abençoe
P-20, 22 de setembro de 2012
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