quarta-feira, 12 de março de 2014

Procrastinando

Colocoquei esse palavrão como título (palavra feia, vai lavar essa boca, menino!) porque pretendo falar desse assunto, do hábito que as pessoas tem de viver procrastinando, mas não vou consultar o Google, senão fica mole, e eu perco a inspiração. Vamos lá:

- Meu Deus, eu costumo ficar adiando as coisas por fazer, deixando pra depois, tentando agradar a gregos e troianos, tentando ficar bem com todo mundo, fugindo de situações de conflito, por isso a dificuldade imensa de me posicionar, gostaria talvez que tomassem decisões por mim, tolho as minhas iniciativas num excesso de autocrítica (sempre acho que não vai dar certo, que não sei fazer, que o outro faz melhor e que o outro está com a razão, fico me boicotando). É claro que isto não me faz bem e eu não gosto nem um pouquinho. Acabo vivendo numa falsa zona de conforto, tentando não assumir as minhas opiniões, tentando me omitir, tentando renunciar aos meus desejos em favor de outrem. E renúncia não é isto, isto é a pessoa se anular, perder a própria identidade, Deus não quer isto de nós (você ser bonzinho pra todo mundo e ser ruim com você, onde já se viu isto?). No trabalho sou assim, no relacionamento interpessoal sou assim, fico me depreciando, me desvalorizando, isto tira a minha energia, o meu entusiasmo, me traz apatia, desânimo, fico procrastinando o que preciso fazer, fico adiando... (Poderia ter usado esta palavra, mais fácil de falar, mais conhecida, soa melhor aos nossos ouvidos). É porque procrastinação é um distúrbio emocional, em que a pessoa paralisa a ação, deixa tudo pra depois, diminui consideralvemnte o seu campo de ação, então eu quis enfatizar o problema, mas, graças a Deus não cheguei a este ponto, estou na luta, não entreguei os pontos.

Jesus querido, graças a Deus, estou bem agora e tenho pedido a Ti que me conserves assim, de bem com a vida, bem comigo, me aceitando do jeito que sou e confiando plenamente em Ti.

Guarda-nos, Senhor, na Tua Paz! Assim seja!

P-20, 12 de março de 2014

Acordando de um sonho

Como se eu tivesse sido Hitler na existência anterior, e estava escrevendo um depoimento, uma carta   expressando arrependimento, mas ainda com a dureza no coração de alguém que exerceu a autoridade  de uma forma tão desastrosa, pois, ninguém vira santo da noite pro dia, embora a gente sonhe com uma
transformação assim grande, a gente sinta que precisa ter a vida transformada, precisa se converter (não mudar de religião, não é isto). A gente precisa mudar por dentro, não se converter formalmente.

Mas não acordei impressionado, acreditando ser possível eu ter sido Hitler, graças a Deus nao. Creio ter sonhado assim por um motivo diametralmente oposto, pois assisti a uma entrevista de Fernando Hadad a BBC Brasil no Yotube e gostei muito, tive uma ótima impressão dele como político, se bem que a gente deve ter um pé atrás com todo político, porque eles tem uma lábia... Mas eu gostei da entrevista e como diz Roberto Moraes no seu blog, independente da nossa ideologia, o que ele fala da elite paulista, todos hão de concordar, o início da entrevista é ótimo para nossa reflexão sobre um Brasil melhor que queremos.

Pensei também numa mesa literária a que assiti na Bienal de Campos em 2012, em que Frei Beto diz que o melhor caminho para o ser humano promover o bem é a política, é o caminho para servir a população, para aperfeiçoar as leis, um ato político atinge a muitas pessoas, tanto para o bem quanto para o mal. Mas eu tenho um medo de política que me pelo, porque o poder corrompe as pessoas...

Mas, é bom quando a gente vê um político que nos traz esperança... Precisamos de bons políticos, de cidadãos conscientes, muita coisa precisa ser mudada, ser melhorada, precisamos de boas administrações nas cidades para melhorar a qualidade de vida das populações.

Fico por aqui. Um grande abraço amigos! Que Jesus nos abençoe!

Parnamirim, 18 de fevereiro de 2014

Aposentadoria

Curso de D.E. (Desenvolvimento de Equipe) no Hotel Fazenda Pedras Negras em Rio Bonito, RJ, o ano 1994, Mateus, o meu caçula estava na barriga da mãe, prestes a nascer. Drummond costumava hospedar lá com a família, tinha fotos dele com a esposa e a filha num mural, uma crônica de Maria Julieta, sua filha, cujo título era "O Sapo", em que ela falava do encanto de ver um sapo, fazia muito tempo que ela não via um sapo. Encantar-se com um sapo? Eu tenho é medo mesmo, não é nojo ou repulsa, e quando criança ouvia falar que a urina do sapo podia cegar os olhos da gente. O sapo no quintal de casa em dias de chuva... Quando comecei a trabalhar na Petrobrás, na Bahia, num alojamento da Empresa em São Sebastião do Passé, voltando do trabalho eu e o saudoso amigo Hugo Sérgio (já está no andar de cima como diz o Miguel Falabela), sempre encontrávamos um sapo grande e feio nos aguardando próximo ao nosso quarto, eu com medo, me afastava, o Hugo passava perto do sapo tranquilo, o bicho nem se mexia, ele ria do medo que eu sentia... Mas o que eu quero relatar é um episódio no Curso de D.E., vamos lá:

Logo de início as apresentações, o Psicólogo nos pede para falar sobre a nossa vida, os planos para o futuro... Uma colega falou em futuramente se aposentar... Aí quando chegou a vez de um outro colega, ele falou meio que dando bronca (era o jeito dele de falar) que não pensava nesse negócio de aposentadoria, porque quando viesse o tempo de se aposentar, já estava perto de morrer, ele estava muito longe desse tempo. Ele pensava era na vida, em viver! É... pois é... O tempo passa e a aposentadoria está aí batendo à nossa porta. Não há como parar o tempo... A esperança nossa é que a expectativa de vida do brasileiro está aumentando, e se Deus deixar a gente aqui vivendo um pouco mais e com qualidade de vida, é tudo de bom!

Fico por aqui, amigos! Um grande abraço! Que Jesus nos abençoe!
 
P-20, 10 de março de 2014
 

Assistindo à televisão sem culpa

Coisa boa! "Bom dia Brasil", "Mais você", "Bem estar", "Encontro com Fátima Bernardes" (sei que a Globo não precisa de propaganda, nem estou fazendo, pois não sou formador de opinião, quem sou eu?). Depois de um turno de trabalho à noite, assisto à televisão sem culpa, relaxando, gostando, curtindo... Assunto interessante no "Bem estar", a mania que muita gente tem de guardar coisas que não usa mais, pode ser indício de uma doença quando exagerada. A menina (22 anos, pra mim ela é uma menina) que capotou com o carro oito vezes na Ponte Rio-Niterói, caiu de uma altura de 50 m na Baía de Guanabara, ficou na água 30 minutos aguardando socorro, e só perfurou o baço, fez cirurgia e passa bem. Incrível! A mão de Deus amparou essa menina, nasceu de novo! Comovente!

A reportagem do Fantástico sobre o abandono, o descaso, as condições precárias de escolas públicas em Alagoas, Pernambuco e Maranhão, e professores conseguindo dar aulas em condições tão adversas, só muito amor!

Ufa! Agora é desligar a tevê para dormir, porque terei que trabalhar logo mais à noite novamente. Interessante que nas minhas folgas eu não consigo assistir à televisão numa boa, tenho dificuldade para organizar a minha rotina diária, fico me sentindo um inútil, me cobrando, me encucando... Ô rapaz! Já está perto a aposentadoria, joga para escanteio essas encucações... Não te sintas inútil! Torna a tua rotina mais interessante, ama a vida, sê feliz, aceita-te como és. Aprende a viver o ócio criativo, gosta de ti, gosta do que fizeres, ainda que seja pouco, não te cobres tanto! Tem um livro do Mário Quintana cujo título é "A Preguiça como Método de Trabalho", achei interessante, estou com vontade de ler, vou procurar na Saraiva.

Oh meu Deus! Dá-me um sono reparador agora para que eu possa enfrentar mais um turno de trabalho à noite - ô coisa difícil! Só mesmo o cafezinho para ajudar a me manter acordado.

Fico por aqui. Um grande abraço, amigos! Que Jesus nos abençoe! 
 
P-20, 10 de março de 2014

terça-feira, 11 de março de 2014

Oração

Oração
 
Jesus querido, agora mesmo desliguei o telefone, estava falando com as minhas filhas Carol e Lorena, Mateus estava no banho. Oh meu Deus! Coisa boa! Falando animado, inspirado, uma boa conversa, me sentindo presente na conversa, eu estava falante, gosto quando estou assim, entusiasmado, de bem com a vida, bem comigo. Porque, às vezes Senhor (quase sempre?), fico muito quieto, distante, meio deprê... Oh meu Deus! Xô tristeza! Tristezas não pagam dívidas... Sou espírita, acredito na reencarnação, na lei de causa e efeito, na harmonia das leis divinas, que tudo que a gente sente, pensa e faz, gera consequências e a gente tem dívidas a pagar... Mas não é com tristeza, a gente ficando cabisbaixo, se sentindo diminuído, preso ao passado, que a gente irá evoluir... E para frente é que se anda, para frente é que se olha...
 
Gostei do texto que aparece no início do blog de Luiz Alberto Py, ele coloca que a esperança é o alimento para a nossa alma. Precisamos sempre ter esperança. Meu Deus! Me ajuda a reagir se pensamentos negativos voltarem a acontecer. Conserva-me assim como estou agora!
 
Guarda-nos, Senhor, na Tua Paz! Assim seja!
 
P-20, 09 de março de 2014