Colocoquei esse palavrão como título (palavra feia, vai lavar essa boca, menino!) porque pretendo falar desse assunto, do hábito que as pessoas tem de viver procrastinando, mas não vou consultar o Google, senão fica mole, e eu perco a inspiração. Vamos lá:
- Meu Deus, eu costumo ficar adiando as coisas por fazer, deixando pra depois, tentando agradar a gregos e troianos, tentando ficar bem com todo mundo, fugindo de situações de conflito, por isso a dificuldade imensa de me posicionar, gostaria talvez que tomassem decisões por mim, tolho as minhas iniciativas num excesso de autocrítica (sempre acho que não vai dar certo, que não sei fazer, que o outro faz melhor e que o outro está com a razão, fico me boicotando). É claro que isto não me faz bem e eu não gosto nem um pouquinho. Acabo vivendo numa falsa zona de conforto, tentando não assumir as minhas opiniões, tentando me omitir, tentando renunciar aos meus desejos em favor de outrem. E renúncia não é isto, isto é a pessoa se anular, perder a própria identidade, Deus não quer isto de nós (você ser bonzinho pra todo mundo e ser ruim com você, onde já se viu isto?). No trabalho sou assim, no relacionamento interpessoal sou assim, fico me depreciando, me desvalorizando, isto tira a minha energia, o meu entusiasmo, me traz apatia, desânimo, fico procrastinando o que preciso fazer, fico adiando... (Poderia ter usado esta palavra, mais fácil de falar, mais conhecida, soa melhor aos nossos ouvidos). É porque procrastinação é um distúrbio emocional, em que a pessoa paralisa a ação, deixa tudo pra depois, diminui consideralvemnte o seu campo de ação, então eu quis enfatizar o problema, mas, graças a Deus não cheguei a este ponto, estou na luta, não entreguei os pontos.
Jesus querido, graças a Deus, estou bem agora e tenho pedido a Ti que me conserves assim, de bem com a vida, bem comigo, me aceitando do jeito que sou e confiando plenamente em Ti.
Guarda-nos, Senhor, na Tua Paz! Assim seja!
P-20, 12 de março de 2014
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