sábado, 12 de abril de 2014

Bom dia, amigos!

A internet me oferece distrações múltiplas, o Facebook para publicar meus textos e alimentar o sonho de ser escritor... Serei lido? Conseguirei interagir com amigos e com os filhos que estão distantes e as vezes sinto uma saudade que dói... Quando vou a Campos, a Macaé... As nossas raízes são uma questão muito forte, não sei como tem gente que consegue viver muito longe, em países estrangeiros, do outro lado do Oceano Atlântico... Mas nesse mundo globalizado em que vivemos, a mobilidade humana se tornou muito maior, muito mais fácil a gente estar aqui, daqui a pouco numa terra bem distante... Acabei de ler o livro do Laurentino Gomes, "1822", sobre a Independência do Brasil, e quando Dom Pedro I voltou para Portugal, saiu de madrugada de casa, sem se despedir dos filhos, quatro filhos pequenos, o menino que viria a ser Dom Pedro II com apenas cinco anos de idade. Isto foi devido as circunstâncias políticas da época, ele voltou para ser Rei em Portugal, saiu do Brasil para o exílio em Portugal, e ele sabia que era um adeus para sempre. Se isto acontecia com um Imperador, que dirá com as pessoas comuns na época? A vida antigamente era muito mais difícil que hoje.

Fico por aqui, expressando a saudade que sinto de vocês, meus filhos, a saudade que sinto de vocês, meus amigos. E saudade é coisa de português, parece que não existe palavra em outra língua que expresse perfeitamente o que significa a saudade em nosso vernáculo (estou usando o termo correto? Não consultarei o Google agora). E ter saudade pode doer um pouco mas é bom, porque a gente só sente saudade dos bons momentos, das pessoas que ama.
 

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