sábado, 12 de abril de 2014

Reforma íntima

"As pessoas não são o que parecem ser; não são o que deveriam ser; não são como gostaríamos que fossem; as pessoas são exatamente como são." (Santo Agostinho, citação de Dra. Anete Guimarães, num seminário espirita, na Liga Espirita de Campos),

O problema no mundo são as pessoas, as pessoas são egoístas, são isso e aquilo, os políticos então nem se fala... Mas achei muito interessante esse pensamento de Santo Agostinho e anotei no celular para tentar desenvolve-lo um dia... Será que chegou esse dia? - Não sei, pelo menos vou tentar... Levantei cedo da cama, as 05h20 da manha, espero não ter sido em vão, mas se não ficar bom o texto, o que vale é a tentativa. O importante é tentar acertar, é fazer quando se tem vontade, uma hora a gente acerta a mão, se a gente não tenta, não conseguirá. Pois bem:

- O que me encantou no primeiro contato com o espiritismo na Escola Jesus Cristo, foi a ênfase na questão da vitória sobre si mesmo, os defeitos, os problemas não estão lá fora, nos outros, mas dentro de nós, a necessidade de buscar o autoconhecimento. As vezes, a gente quer reformar o mundo, está tudo errado (com os outros), com a gente não, está tudo certo, a gente vai dar o braço a torcer? Se a gente falar de defeitos que tem, reconhecer erros que cometeu, estará se desvalorizando... Não pode! Mas o foco há de ser nós, o que precisamos mudar em nós... E é difícil mudar algo em nós, por isso ficamos observando a vida dos outros, querendo mudar os outros, porque para os outros tudo é mais fácil. Pimenta nos olhos dos outros é refresco.

Mas eu gostei muito desse pensamento de Santo Agostinho porque devemos treinar não criar muita expectativa em relação aos outros, buscar não ficar idealizando alguém, precisamos aprender a ver as pessoas como elas são, e todos nós somos seres humanos e limitados, cada um de nós tem os seus defeitos, o seu calcanhar de Aquiles. Precisamos  reconhecer e aceitar erros e defeitos em nós e em nossos amigos, aprender a ver as pessoas como elas são e aceita-las, e também aceitar a nós mesmos como somos, aceitar para transformar. Porque se a gente não reconhece os próprio erros, a gente não se corrige. E se a gente fica preso a uma visão idealizada de nós ou de pessoas de nossa relação, os relacionamentos não avançam e a gente não evolui, acaba perdendo o foco da nossa existência que deve ser a evolução espiritual.

Fico por aqui. Um grande abraço, amigos! Que Jesus nos abençoe!

Parnamirim, 25 de marco de 2014

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