O livro, um grande amigo
"Os livros não mudam o mundo; os livros mudam as pessoas; quem muda o mundo são as pessoas." (Mário Quintana)
A leitura me acalma, traz paz e harmonia aos meus pensamentos. Leio pouco porque leio devagar, tenho facilidade para distrair a mente e perco o foco, a atenção, então é melhor ler devagar mesmo, saboreando o prazer deste momento de liberdade, desse momento que a gente tem consigo próprio. A leitura é um prazer solitário, mas pode e deve ser compartilhada. A internet andava me deixando inquieto, muita coisa para ler, uma coisa puxa a outra, a gente em busca de novidade, pode perder o norte, a direção, pode acabar esquecendo o que queria fazer ao acessá-la. Eu fico triste por esquecer rapidinho coisas que leio, quero memorizar, reter, guardar, entender as múltiplas informações que me chegam, penso que sei, vou tentar explicar a alguém, vejo que só entendi pra mim, ou melhor, talvez não tenha entendido direito, não tenha consolidado o conhecimento, mas é assim mesmo, e a gente não pode desistir. E o bom de esquecer é que a gente pode ler um livro mais de uma vez, quando gosta.
Um amigo disse certa vez, defendendo o seu vício do cigarro, que tudo gera dependência: a atividade física, a leitura... Não deixa de ter razão, é a força do hábito. Noto que às vezes não encontro a harmonia desejada, me vejo me escondendo da vida com um livro na mão, mas é assim mesmo, estou procurando ficar bem, fazendo algo que gosto, tentando melhorar o humor, mudar a sintonia. A gente não consegue ficar bem o tempo todo e a vida é feita de lutas e desafios para todos nós.
Ultimamente, graças a Deus, tenho estado bem, menos inquieto e mais centrado, estou aprendendo a gostar de mim do jeito que sou (autoaceitação). Sinto necessidade de mudar o meu jeito de ser, mas para a gente mudar tem que começar pela autoaceitação para diminuir a ansiedade, e com isto a mudança começará a ocorrer naturalmente.
Para mim, o livro é um grande amigo, um grande aliado, me deixa muito bem e sinto falta quando fico alguns dias sem ler nada. Acabei de fazer uma boa leitura que me trouxe calma e espero voltar a dormir para trabalhar logo mais à noite.
Citarei uns versos muito conhecidos de Castro Alves do seu poema "O Livro e a América":
Feliz ano novo, amigos!
P-20, 29 de dezembro de 2013
"Os livros não mudam o mundo; os livros mudam as pessoas; quem muda o mundo são as pessoas." (Mário Quintana)
A leitura me acalma, traz paz e harmonia aos meus pensamentos. Leio pouco porque leio devagar, tenho facilidade para distrair a mente e perco o foco, a atenção, então é melhor ler devagar mesmo, saboreando o prazer deste momento de liberdade, desse momento que a gente tem consigo próprio. A leitura é um prazer solitário, mas pode e deve ser compartilhada. A internet andava me deixando inquieto, muita coisa para ler, uma coisa puxa a outra, a gente em busca de novidade, pode perder o norte, a direção, pode acabar esquecendo o que queria fazer ao acessá-la. Eu fico triste por esquecer rapidinho coisas que leio, quero memorizar, reter, guardar, entender as múltiplas informações que me chegam, penso que sei, vou tentar explicar a alguém, vejo que só entendi pra mim, ou melhor, talvez não tenha entendido direito, não tenha consolidado o conhecimento, mas é assim mesmo, e a gente não pode desistir. E o bom de esquecer é que a gente pode ler um livro mais de uma vez, quando gosta.
Um amigo disse certa vez, defendendo o seu vício do cigarro, que tudo gera dependência: a atividade física, a leitura... Não deixa de ter razão, é a força do hábito. Noto que às vezes não encontro a harmonia desejada, me vejo me escondendo da vida com um livro na mão, mas é assim mesmo, estou procurando ficar bem, fazendo algo que gosto, tentando melhorar o humor, mudar a sintonia. A gente não consegue ficar bem o tempo todo e a vida é feita de lutas e desafios para todos nós.
Ultimamente, graças a Deus, tenho estado bem, menos inquieto e mais centrado, estou aprendendo a gostar de mim do jeito que sou (autoaceitação). Sinto necessidade de mudar o meu jeito de ser, mas para a gente mudar tem que começar pela autoaceitação para diminuir a ansiedade, e com isto a mudança começará a ocorrer naturalmente.
Para mim, o livro é um grande amigo, um grande aliado, me deixa muito bem e sinto falta quando fico alguns dias sem ler nada. Acabei de fazer uma boa leitura que me trouxe calma e espero voltar a dormir para trabalhar logo mais à noite.
Citarei uns versos muito conhecidos de Castro Alves do seu poema "O Livro e a América":
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- Oh! Bendito o que semeia
- Livros… livros à mancheia…
- E manda o povo pensar!
- O livro cainda n'alma
- É germe - que faz a palma,
- É chuva - que faz o mar.
- Oh! Bendito o que semeia
“Bendito quem inventou o velho truque do calendário, pois o bom da segunda-feira, do dia 1º do mês e de cada ano novo é que nos dão a impressão de que a vida não continua, mas apenas recomeça...”
(http://frases.globo.com/mario-quintana)
Feliz ano novo, amigos!
P-20, 29 de dezembro de 2013
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