Acabei de assistir a um lindo espetáculo da Natureza: o Pôr-do-Sol;
estou hiper-emocionado, maravilhado, agradecido ao Senhor: Deus é tão
bom; viver é tão bom; amar é tão bom!
Lembro-me do primeiro vôo: Aracaju/Rio-de-Janeiro, novembro, 1979; eu começando a trabalhar na Petrobrás; e trabalhar para mim até hoje tem sido um grande problema; eu duvidando da minha capacidade profissional; e sempre achei que não merecia a oportunidade recebida; não merecia o bom emprego; mas, isto não é humildade e nem é uma forma correta de ser grato a Deus. Somos até ingratos quando nos sentimos incapazes; quando a dificuldade pesa mais do que o desejo de vencer o desafio. Nossas dificuldades, nossos problemas hão de tornar-se desafios a vencer; obstáculos a transpor. Aí sim! estaremos sendo agradecidos a Deus por tantas bênçaos que temos recebido em nossa existência atual; uma delas, uma bênção maravilhosa é o emprego; com tantos pais de família desempregados; tantas famílias vivendo a experiência da pobreza extrema; Brasil, um país pobre; um bom emprego é artigo de luxo; fazemos parte de uma classe privilegiada.
Mas, à medida que o avião subia, eu sentia a nossa pequenez; a pequenez dos nossos problemas; da nossa vaidade; da nossa presunção; o homem, às vezes, se deixa seduzir pelo Poder; torna-se despótico, tirano; se sente o centro do mundo; e ali no avião vemos o mundo tão pequeno; as casas parecendo caixas de fósforo; as ruas um filete, até sumir a cidade; as construções, os arranha-céus.
Eu me sentia no ar, o avião decolando; não mais chumbado ao chão; preso aos problemas miúdos do cotidiano; a humanidade ganhou asas; o avião encurtando distâncias, aproximando povos; obrigado, Santos Dumont.
Agora, vinte e sete anos decorridos, a viagem Natal/Rio-de-Janeiro; como me fazem bem essas viagens que atendem ao apelo do coração. Natal-Rio, viagem linda, me sinto em estado de graça. Amanhã, estarei iniciando a quinzena de trabalho; peço a Deus, me ajude a trabalhar melhor; a descobrir o amor ao trabalho; porque a melhor forma de agradecer a Deus é trabalhando; fazendo a nossa parte; dando a nossa quota de contribuição à sociedade.
Não posso deixar de mencionar o acidente de São Paulo que comoveu o País. Sabemos que Deus está no controle; que nada acontece por acaso; e que o sofrimento, imenso para os familiares e amigos, não é gratuito, sem propósito. Ficamos estarrecidos com a dimensão do acidente, mas, Deus é maior, e todos somos amparados pela Providência Divina; nada acontece sem a permissão de Deus; tudo tem uma razão de ser; mesmo que seja difícil de compreender no momento em que acontece; lá na frente teremos a explicação; seremos confortados; seremos consolados espiritualmente. A vida é eterna, a morte destrói o corpo; mas, como espíritos, somos imortais.
Pedimos a tua bênção, Senhor, para os recém-desencarnados no referido acidente; para os seus familiares e amigos.
Que Jesus nos abençoe!
Lembro-me do primeiro vôo: Aracaju/Rio-de-Janeiro, novembro, 1979; eu começando a trabalhar na Petrobrás; e trabalhar para mim até hoje tem sido um grande problema; eu duvidando da minha capacidade profissional; e sempre achei que não merecia a oportunidade recebida; não merecia o bom emprego; mas, isto não é humildade e nem é uma forma correta de ser grato a Deus. Somos até ingratos quando nos sentimos incapazes; quando a dificuldade pesa mais do que o desejo de vencer o desafio. Nossas dificuldades, nossos problemas hão de tornar-se desafios a vencer; obstáculos a transpor. Aí sim! estaremos sendo agradecidos a Deus por tantas bênçaos que temos recebido em nossa existência atual; uma delas, uma bênção maravilhosa é o emprego; com tantos pais de família desempregados; tantas famílias vivendo a experiência da pobreza extrema; Brasil, um país pobre; um bom emprego é artigo de luxo; fazemos parte de uma classe privilegiada.
Mas, à medida que o avião subia, eu sentia a nossa pequenez; a pequenez dos nossos problemas; da nossa vaidade; da nossa presunção; o homem, às vezes, se deixa seduzir pelo Poder; torna-se despótico, tirano; se sente o centro do mundo; e ali no avião vemos o mundo tão pequeno; as casas parecendo caixas de fósforo; as ruas um filete, até sumir a cidade; as construções, os arranha-céus.
Eu me sentia no ar, o avião decolando; não mais chumbado ao chão; preso aos problemas miúdos do cotidiano; a humanidade ganhou asas; o avião encurtando distâncias, aproximando povos; obrigado, Santos Dumont.
Agora, vinte e sete anos decorridos, a viagem Natal/Rio-de-Janeiro; como me fazem bem essas viagens que atendem ao apelo do coração. Natal-Rio, viagem linda, me sinto em estado de graça. Amanhã, estarei iniciando a quinzena de trabalho; peço a Deus, me ajude a trabalhar melhor; a descobrir o amor ao trabalho; porque a melhor forma de agradecer a Deus é trabalhando; fazendo a nossa parte; dando a nossa quota de contribuição à sociedade.
Não posso deixar de mencionar o acidente de São Paulo que comoveu o País. Sabemos que Deus está no controle; que nada acontece por acaso; e que o sofrimento, imenso para os familiares e amigos, não é gratuito, sem propósito. Ficamos estarrecidos com a dimensão do acidente, mas, Deus é maior, e todos somos amparados pela Providência Divina; nada acontece sem a permissão de Deus; tudo tem uma razão de ser; mesmo que seja difícil de compreender no momento em que acontece; lá na frente teremos a explicação; seremos confortados; seremos consolados espiritualmente. A vida é eterna, a morte destrói o corpo; mas, como espíritos, somos imortais.
Pedimos a tua bênção, Senhor, para os recém-desencarnados no referido acidente; para os seus familiares e amigos.
Que Jesus nos abençoe!
Nova Friburgo, 23 de julho de 2007
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